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A Segurança do País Em Causa

Sábado, 17.02.24

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Os oficiais da PSP alertam, numa carta aberta, para “o colapso” da polícia por falta de investimento e de agentes, e pela pouca atratividade da carreira, associada ao “estado deplorável” em que se encontram viaturas, instalações e equipamentos.
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/oficiais-da-psp-alertam-em-carta-aberta-para-o-colapso-da-policia

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A PSP, a GNR… E as Forças Armadas?
O nosso "barco" de defesa está à deriva, desprovido de estratégias e planeamento adequados. Corremos o risco de embater nas rochas da insegurança se não tomarmos medidas rápidas para reverter situação

17 fev. 2024, 00:14 no Observador

É percetível a redução acentuada no número de oficiais, sargentos e praças ao longo do período, com uma notável diminuição nos últimos anos. Esse declínio é particularmente visível nas categorias de oficiais altamente especializados, como os dedicados a comunicações e cibersegurança. Não restam dúvidas sobre a necessidade urgente de abordar as questões estruturais e investir nas Forças Armadas para reverter esta tendência.

Tim Vieira no Observador

https://observador.pt/opiniao/a-psp-a-gnr-e-as-forcas-armadas/

 

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publicado por O apartidário às 17:16


8 comentários

De O apartidário a 19.02.2024 às 09:35

SINOPSE(ao livro Populismo )
O que está por detrás do crescimento do populismo no Ocidente?
Quem apoia estes movimentos?
E como é que vão transformar a política nos próximos anos?
Por todo o Ocidente há um número crescente de pessoas que se sentem excluídas da política tradicional e se mostram cada vez mais hostis com as minorias, os imigrantes e a economia neoliberal. Muitos destes votantes estão a voltar-se para movimentos populistas, que começaram a transformar a face das democracias liberais ocidentais, dos Estados Unidos a França, da Aústria ao Reino Unido.

Dizem-nos que esta mudança radical é o último grito desesperado de um eleitorado envelhecido e à beira da extinção. Que os seus líderes são fascistas e as suas políticas antidemocráticas. Mas esta versão simplista dos acontecimentos está longe da verdade.

Escrito por dois dos maiores especialistas em fascismo e populismo, esta obra resulta de uma profunda investigação e é o guia definitivo para compreender a transformação da nossa paisagem política. Desafiando o senso comum, Eatwell e Goodwin apresentam argumentos convincentes para um compromisso sério com os apoiantes e as ideias do populismo nacional - até porque esta é uma tendência que não será travada tão cedo.

https://www.bertrand.pt/livro/populismo-roger-eatwell/23413082

De O apartidário a 28.02.2024 às 09:34

“Nós temos um grave problema entre os TVDE e os táxis, em que existe restrições e leis aos táxis e depois existe total anarquia nos TVDE. Os TVDE constituem um problema em vários pontos, seja em Lisboa, seja no Algarve”, afirmou aos jornalistas Bruno Fialho após uma reunião por videoconferência com a Associação Nacional Táxis Unidos De Portugal — ANTUP, na sede do partido, em Lisboa.

Para o líder do ADN, os TVDE constituem “problemas de segurança devido à imigração ilegal” e “às máfias que existem”.

“Continua um certo extremismo de uma certa ideologia a defender todo o tipo de imigração, quando nós sabemos que os imigrantes precisam de ser protegidos destas máfias e precisamos de controlar e restringir, através de regulamentação própria, a entrada dessas pessoas para que não existam os perigos que têm existido. (…) Ao contrário do que certa extrema ideológica afirma, existe uma conexão entre a imigração ilegal e a criminalidade mais violenta”, observou.
https://observador.pt/2024/02/27/adn-aponta-aos-tvde-e-acusa-governo-de-fomentar-a-imigracao-ilegal/

De O apartidário a 19.02.2024 às 09:37

A crise da representação
Há que compreender que a essência do populismo nacionalista não é a exclusão e a desigualdade, antes reside na promessa de devolver a voz à maioria e recuperar a confiança no regime democrático.

19 fev. 2024, 00:20 no Observador

A representação como confiança
Regressemos a Edmund Burke. Como vimos, devemos ao filósofo irlandês a conceptualização do mecanismo de representação, em particular no seu discurso aos eleitores de Bristol. Segundo Burke, os representantes (os deputados) estão necessariamente ligados aos seus constituintes:

“Os seus desejos devem ter um grande peso para ele; as suas opiniões, um grande respeito; os seus negócios, uma atenção sem reservas. É seu dever sacrificar o seu repouso, o seu prazer, as suas satisfações às deles – e acima de tudo, sempre e em todos os casos, preferir o interesse deles ao seu próprio.”

Patrícia Fernandes no Observador

https://observador.pt/opiniao/a-crise-da-representacao/

De O apartidário a 21.02.2024 às 08:44

Um candidato do outro mundo
O PS, ou uma parte do PS, entrou em pânico. Refiro-me aos socialistas que escolheram o dr. Pedro Nuno para os chefiar e, uma redundância na perspectiva deles, chefiar o país.

17 fev. 2024, 00:20 no Observador

Na quinta-feira, o dr. Pedro Nuno começou uma resposta aos jornalistas da seguinte maneira: “É óbvio que, enquanto primeiro-ministro e enquanto cidadão me preocupa que pessoas estejam detidas durante 21 dias. Sobre isso não haja a mínima dúvida. Aquilo que acho que não devo fazer enquanto primeiro-ministro é estar a fazer comentários sobre casos judiciais em concreto.”

Assim fica difícil, difícil para os comentadores e difícil para o PS. É tradição os socialistas apresentarem candidatos medíocres, maus, péssimos ou miseráveis. Porém, esta é a primeira vez que apresentam um candidato residente numa dimensão paralela, impermeável aos critérios habitualmente utilizados no nosso planeta. Há políticos à frente do seu tempo e há, com maior frequência, políticos atrás do seu tempo. O dr. Pedro Nuno situa-se ao lado do seu tempo, num cantinho recatado em que ninguém penetra sem auxílio de psicotrópicos.

Começo a suspeitar de que a frase do ano – “Diga lá o que é que não funciona!” – não foi um pobre exercício de retórica, e sim genuína estupefacção e sincero interesse. O dr. Pedro Nuno queria ser informado sobre o que não funciona em Portugal porque de facto não sabe. Não sabe o que se passa na saúde, na educação e na justiça. Não sabe o valor do salário mínimo. Não sabe as tarifas da CP. E quando finge saber alguma coisa o dr. Pedro Nuno diz coisas destas: “Os portugueses preferem esperar no SNS do que ser atendidos no privado”, uns dias depois de admitir ser cliente de hospitais privados. O reino do dr. Pedro Nuno não é deste mundo.

Alberto Gonçalves no Observador

https://observador.pt/opiniao/um-candidato-do-outro-mundo/

De O apartidário a 22.02.2024 às 12:04

O que é que não funciona?
Visto que secretário-geral do PS não sabe, passemos em revista os setores basilares do Estado.

22 fev. 2024, 00:00 no Observador

Os debates com os candidatos às próximas legislativas têm sido claros em alguns aspetos: na falta de transparência e de verdade na apresentação de alguns factos mas, pior do que isso, na ausência de propostas concretas. Outro aspeto, é a falta de nível que se tem verificado em alguns dos intervenientes.

No debate entre Pedro Nuno Santos e Rui Rocha, o Secretário-Geral do Partido Socialista atirou a seguinte pergunta: «O que é que não funciona?»

O candidato do Partido Socialista, que convém recordar que fez parte do governo em boa parte dos últimos 8 anos, devia ter noção da realidade do país. Pelos vistos, não tem.

O que não funciona são os setores basilares do Estado, como a saúde, educação, economia, segurança e habitação. Mas, mais do que isso, a falta de transparência de quem é titular dos cargos públicos.

Comecemos pela saúde. Nos últimos anos, registaram-se 1,7 milhões de pessoas sem médico de família, ou seja, mais 700 000 pessoas do que em 2015. Além disso, a falta de profissionais de saúde que tem levado ao fecho de urgências, maternidades, ao aumento das listas de espera e ao recurso aos prestadores de serviços privados, levando ao aumento dos seguros de saúde.

Ao contrário daquilo que o Partido Socialista propõe, não é com a obrigatoriedade de permanência no setor público ou com o pagamento de uma espécie de indemnização ao Estado caso o profissional de saúde pretenda ir para o setor privado ou emigrar. Uma medida que, aliás, pode acarretar problemas constitucionais.

A retenção de profissionais consegue-se com a melhoria de condições e, consequentemente, o aumento da atratividade da carreira no setor público.

Na educação, os resultados dos alunos são os piores da última década, há alunos que desde o início do ano letivo estão sem professor a pelo menos uma disciplina, até agora, e a crónica faltas de vagas em creches.

A falta de professores deve-se, também, à falta de valorização das suas carreiras, o desinvestimento nas infraestruturas e na atratividade da carreira.

Voltando o foco para a economia, os portugueses pagam a maior carga fiscal desde que há memória. Somos já o 5º país com o maior aumento da carga fiscal da União Europeia e temos o 4º pior poder de compra da Zona Euro.

Jorge André Silva no Observador

https://observador.pt/opiniao/o-que-e-que-nao-funciona-2/

De O apartidário a 19.02.2024 às 10:27

As escolas são cada vez menos um lugar seguro: de acordo com dados da PSP, revelados pelo ‘Jornal de Notícias’, no primeiro semestre de 2023 houve 2.617 ocorrências nos estabelecimentos de ensino: 736 não criminais e 1.881 criminais, um número superior ao registado em período homólogo de 2019 (2.530), antes da pandemia da Covid-19. Ao todo, a PSP registou, através do programa Escola Segura, mais de 10.500 ocorrências somente nos primeiros seis meses de cada ano, sendo que quase 66% foram de natureza criminal.

Entre os crimes mais reportados estão as ofensas corporais (855 ocorrências), seguido pelas injúrias e ameaças (571) e furtos (252), um aumento de 20% face a 2019 no que diz respeito às ofensas corporais e 21% nas injúrias e ameaças.
https://executivedigest.sapo.pt/noticias/crimes-de-ofensas-corporais-injurias-ameacas-e-furtos-violencia-nas-escolas-esta-a-aumentar/

De O apartidário a 19.02.2024 às 10:29

O Portugal que temos e o Portugal que merecemos: a decisão nas nossas mãos
Enquanto fingirmos que não é nada connosco, o estado das coisas não mudará. No dia 10 de março, todos somos chamados ao nosso dever como cidadãos.

18 fev. 2024, 00:00 no Observador

Que Portugal queremos ter? Este que temos hoje, repleto de incerteza face ao futuro e que não apresenta um horizonte que nos encha de esperança? Ou um outro, que nos permita voltar a sonhar e a acreditar que a vida vai muito para além de trabalharmos de sol a sol, diariamente, para pagar contas?

Temos um país com tantas potencialidades, mas tão pouco aproveitado. Como podemos sequer pensar em sobreviver apenas do turismo, esquecendo outras áreas em que temos de investir urgentemente, para nos tornarmos competitivos no plano internacional.

Ao longo dos últimos anos, a maior parte dos portugueses tem visto o seu poder de compra diminuir abruptamente, com salários que não acompanham a subida do custo de vida. Quantas pessoas terão perdido um teto ou viverão em condições precárias e até desumanas , por falta de capacidade financeira para fazer frente ao absurdo aumento de preços de bens fundamentais ao quotidiano?

Com a crise financeira, chega a crise de valores e uma sociedade em decadência em áreas tão relevantes como a saúde ou a educação, que antes assumíamos como garantidas no plano público, quando nos orgulhávamos dos serviços de excelência de que dispúnhamos nestas áreas. Hoje em dia, temos uma Segurança Social em falência, a educação relegada para segundo plano e a saúde aos trambolhões, como se estivéssemos aqui a tratar de elementos acessórios e secundários à vida de todos… Se o nosso país trata assim as suas áreas basilares, o que fará com o resto?

Já para não referir os problemas de Saúde Mental que aumentaram em grande escala, e onde depressões graves ocupam lugar de destaque, com a incapacidade de tantas pessoas de dar resposta às dificuldades financeiras que habitam o seu quotidiano e que perdem o sentido da vida, mergulhadas no desespero de quem já não acredita que as nuvens podem dissipar-se.

Com a aproximação das eleições, impõe-se uma reflexão sobre aquilo que somos e aquilo que merecemos ser, com aquilo que temos e aquilo que podemos ter. Enquanto fingirmos que não é nada connosco, o estado das coisas não mudará. No dia 10 de março, todos somos chamados ao nosso dever como cidadãos de decidir sobre o rumo do nosso país. Portugal é de todos nós e não nos poderemos queixar dos resultados se não tivermos participado no processo.

Reclamar à mesa do café não chega, dizer mal não é suficiente. Urgente é abrirmos os olhos, termos os ouvidos atentos e pensarmos, refletirmos sobre o futuro do nosso país, para não o deixarmos nas mãos do Governo errado.

Ana Catarina Mesquita no Observador

https://observador.pt/opiniao/o-portugal-que-temos-e-o-portugal-que-merecemos-a-decisao-nas-nossas-maos/

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