oplanetadosmacacospoliticos
Este blog apenas reporta a realidade, sem seguir cartilhas políticas ou ideológicas, nem apoia extremismos de esquerda ou direita.Não toma partido em questões geo-políticas(sem deixar de condenar crimes de Guerra) .
Apresentação do Programa de Governo PS(é a economia seus palermas,ou baralhar para voltar a dar)

"O mundo actual evolui para o socialismo.O principal obstáculo ao socialismo não é o capitalismo mas sim o comunismo.A futura sociedade socialista não pode ser senão planetária e não se realizará portanto senão à custa do desaparecimento dos Estados-Nação,ou pelo menos da sua subordinação a uma ordem política mundial. Eis as três ideias directrizes deste livro.A questão levantada reside em se saber se os socialistas conseguirão eliminar os dois obstáculos essenciais que impedem a construção de um mundo socialista."
In Tentação Totalitária de Jean Revel (livro de 1975 traduzido e editado pela Bertrand em 1976)


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6 comentários
De O apartidário a 14.02.2024 às 09:43
Creio que seremos da mesma geração e lutamos pelos mesmos ideais, valores e princípios.
O que se passou foi que os partidos que apoiámos, por exemplo o CDS, cujo os dirigentes nunca se disseram de direita ao contrário da maioria dos simpatizantes, foi perdendo a sua matriz cristã e pactuando com o sistema, passando a ser a direita que a esquerda tolera. Por isso não é de estranhar que muitos simpatizantes do CDS e do PSD tenham passado a votar no CHEGA.
Quanto ao AV, há décadas, ainda não era nascido.
link do comentárioresponderdiscussão
De O apartidário a 14.02.2024 às 09:32
Quem faz posts assim (e ainda bem,pois da escuridão é que pode nascer a luz) não tem como não receber respostas assim,claras e directas apontando os factos(que muitos teimam em não querer ver,isto acreditando que não sejam cegos),pois o elefante na sala é enorme e continua a crescer.
Comentários no seguinte post
https://corta-fitas.blogs.sapo.pt/carna
De O apartidário a 14.02.2024 às 09:45
Onde estava o Ventura e a maioria dos seus apaniguados "anti-sistema" de agora, quando uma boa parte de nós, há décadas, estava a lutar contra o socialismo, no cuidado com os mais desfavorecidos, pela liberalização da economia, pelo auto-governo, a dar a cara e arriscar a sua pele e carreiras profissionais na luta pelos princípios da civilização cristã? Contra o aborto, pela tradição, contra o relativismo e pela família natural, base da comunidade concelhia e nacional?
A maior capacidade do Ventura tem sido dividir famílias, gerações e amigos. A favor de polícias, agricultores, reformados, naturalmente frustrados.
Definitivamente os fins não justificam os meios. E o meu sangue é muito velho para acreditar nas balelas de um vulgar oportunista.
De O apartidário a 14.02.2024 às 10:07
De João Brandão a 13.02.2024 às 19:21
Um texto algo disparatado, convenhamos ...
link do comentárioresponderdiscussão
De O apartidário a 14.02.2024 às 10:05
Mas ao mesmo tempo esclarecedor (convenhamos também) pelas respostas que provoca e permite.(Bem haja o autor do post por isso) Por exemplo (e eu que não sou adepto do sr Ventura vou usar de simples lógica na alálise e resposta):
"A maior capacidade do Ventura tem sido dividir famílias, gerações e amigos. A favor de polícias, agricultores, reformados, naturalmente frustrados." -------------- ----------------------------- ---------------------------- Não, está obviamente equivocado,pois a divisão dos portugueses em geral começou com as subversões revolucionárias no pós 25 de Abril, e continuou até aos dias de hoje devido, principalmente, a não terem sido devidamente afrontadas e vencidas as ideias e ideologias na génese das ditas subversões que sobreviveram ao 25 de Novembro e que até hoje continuam (mais ou menos abertamente) a desafiar os fundametos da nação(e do país) sem verdadeira oposição. Daí a aparição e crescimento do partido Chega o qual vem tirar proveito eleitoral(e de deputados no parlamento) precisamente dessa divisão e dando voz aos anteriormente conhecidos por maioria silenciosa(sendo que muitos persistem na abstenção).
De Ricardo a 17.02.2024 às 11:10
De O apartidário a 17.02.2024 às 11:09
O PS, ou uma parte do PS, entrou em pânico. Refiro-me aos socialistas que escolheram o dr. Pedro Nuno para os chefiar e, uma redundância na perspectiva deles, chefiar o país.
17 fev. 2024, 00:20 no Observador
Na quinta-feira, o dr. Pedro Nuno começou uma resposta aos jornalistas da seguinte maneira: “É óbvio que, enquanto primeiro-ministro e enquanto cidadão me preocupa que pessoas estejam detidas durante 21 dias. Sobre isso não haja a mínima dúvida. Aquilo que acho que não devo fazer enquanto primeiro-ministro é estar a fazer comentários sobre casos judiciais em concreto.”
Assim fica difícil, difícil para os comentadores e difícil para o PS. É tradição os socialistas apresentarem candidatos medíocres, maus, péssimos ou miseráveis. Porém, esta é a primeira vez que apresentam um candidato residente numa dimensão paralela, impermeável aos critérios habitualmente utilizados no nosso planeta. Há políticos à frente do seu tempo e há, com maior frequência, políticos atrás do seu tempo. O dr. Pedro Nuno situa-se ao lado do seu tempo, num cantinho recatado em que ninguém penetra sem auxílio de psicotrópicos.
Começo a suspeitar de que a frase do ano – “Diga lá o que é que não funciona!” – não foi um pobre exercício de retórica, e sim genuína estupefacção e sincero interesse. O dr. Pedro Nuno queria ser informado sobre o que não funciona em Portugal porque de facto não sabe. Não sabe o que se passa na saúde, na educação e na justiça. Não sabe o valor do salário mínimo. Não sabe as tarifas da CP. E quando finge saber alguma coisa o dr. Pedro Nuno diz coisas destas: “Os portugueses preferem esperar no SNS do que ser atendidos no privado”, uns dias depois de admitir ser cliente de hospitais privados. O reino do dr. Pedro Nuno não é deste mundo.
Alberto Gonçalves no Observador
https://observador.pt/opiniao/um-candid