oplanetadosmacacospoliticos
Este blog apenas reporta a realidade, sem seguir cartilhas políticas ou ideológicas, nem apoia extremismos de esquerda ou direita.Não toma partido em questões geo-políticas(sem deixar de condenar crimes de Guerra) .
Diz Que é Uma Espécie de Esquerdopatia de Oz "Nacional"

Imagem inspirada no mais recente Expresso da meia noite no canal Sic (não peço desculpa ao sr Miguel Morgado por não o incluir na imagem) e nas figuras patéticas que foram destribuir cravos na rua dos ditos "encostados à parede" este fim de semana.
Miguel Morgado desmascara a esquerda portuguesa no Expresso da meia noite da Sic(a respeito dessa operação policial agora em questão e não só)
https://youtu.be/vd_T1OLs2wo?si=kq-xoRk

Artigo esclarecedor sobre a dita Esquerdopatia na caixa de comentários deste post
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14 comentários
De O apartidário a 23.12.2024 às 09:09
Em 2007, uma operação da PSP focada no controlo da imigração ilegal fez 29 detidos. Já o ano de 2010 trouxe uma mega-operação onde foram identificadas 993 pessoas identificadas e detidas três.
22 dez. 2024, 13:18 no Observador (artigo continua no link abaixo)
https://observador.pt/2024/12/22/do-com
De O apartidário a 23.12.2024 às 10:09
https://medium.com/@oobservador/esquerd
De Ricardo a 23.12.2024 às 14:55
De O apartidário a 24.12.2024 às 10:51
https://youtu.be/WmXk3RV7RM0?si=olzyE9a
De O apartidário a 25.12.2024 às 08:49
https://youtu.be/6Dinp5fl8O0?si=O70uosm
De O apartidário a 26.12.2024 às 14:10
https://youtu.be/7QJgVsylSwU?si=RCoj1by
De O apartidário a 23.12.2024 às 15:06
Rixa que aconteceu em agosto trouxe às autoridades uma nova realidade: luta pelo território da distribuição de refeições. Há "máfias" nos pontos de recolha que ameaçam e agridem quem chega.
22 dez. 2024, 20:20 no Observador
https://observador.pt/especiais/as-mafi
De O apartidário a 24.12.2024 às 10:13
É para evitar a xenofobia e o racismo que devemos ser mais rigorosos e exigentes face ao fenómeno migratório, para o bem dos portugueses e dos que nos procuram e merecem ser recebidos com humanidade.
24 dez. 2024, 00:18 Madalena Natividade no Observador
"A intervenção policial do passado dia 19 de Dezembro, na Rua do Benformoso, na zona do Martim Moniz, levantou um coro de protesto de alguns dirigentes partidários da habitual esquerda festiva, que só a visitam quando trazem atrás de si câmaras de televisão ou jornalistas da imprensa. São os mesmos dirigentes da esquerda festiva que, do PS ao Bloco de Esquerda, tudo fizeram para tornar cada vez mais objectiva e real a tal “percepção subjectiva de insegurança” de que falava, em tempos que já lá vão, o ex-primeiro-ministro António Costa.
Como autarca em Arroios e deputada municipal por Lisboa, que conhece cada canto e recanto desta zona, porque os visito diariamente, sei bem que o recente estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) confirma muito do que temos dito e escrito, desde o início do mandato em 2021, sobre as consequências nefastas das políticas migratórias adoptadas pelo Partido Socialista na última década."
De O apartidário a 24.12.2024 às 10:14
Em que mundo vivem algumas pessoas da classe política? Não enfrentam seguramente a realidade da maioria dos cidadãos. Os erros de diagnóstico político e social podem sair caros. Infelizmente.
24 dez. 2024, 00:20 Helena Garrido no Observador
https://observador.pt/opiniao/o-mar
De O apartidário a 26.12.2024 às 08:43
Raras vezes se discutiu no país uma polémica tão desonesta como a da operação policial na Rua do Benformoso. Uma polémica, é preciso dizê-lo, promovida e alimentada pelos intérpretes da esquerda, com métodos de ignição estalinistas friamente aplicados a partir de uma fotografia. Mostrava uma rusga, igual a todas as rusgas. De um lado os polícias, do outro uma série de homens com as mãos encostadas à parede para serem revistados.
A dra. Ana Gomes notou que os polícias estavam “armados como astronautas”. Aparentemente, os astronautas ameaçam a dra. Ana Gomes aparecendo-lhe armados até aos dentes no mundo em que ela vive. Miguel Coelho, que governa aquela freguesia, pediu a demissão da ministra da Administração Interna, acusou a polícia de racismo por ter agido “focada numa comunidade étnica”, e duvidou que a polícia fosse capaz de “fazer isto em Campo de Ourique, nas Avenidas Novas, ou no Lumiar”.
Miguel Coelho tinha há cinco meses promovido uma espécie de comício no Hotel Mundial a exigir mais polícia, para defender o bairro do “confronto diário” com “assaltos, pessoas a drogarem-se na rua”, “seringas no chão mesmo ao lado de uma creche”, “gangues, barulho à noite, indivíduos que quando alguém lhes faz algum reparo invadem os prédios e começam aos pontapés a casa das pessoas”, “um homicídio”, e “uma tentativa de violação”. Só um exercício de exibicionismo demagógico pode insinuar que a polícia devia fazer rusgas “em Campo de Ourique, nas Avenidas Novas, ou no Lumiar”, onde não se conhece uma descrição que se aproxime da que Miguel Coelho fez da Mouraria. A acusação de racismo assenta no preconceito que vai na cabeça dele.
A polícia leva as rusgas aos lugares onde tem indícios. E precisa de indícios mais fortes e concretos do que a descrição, ainda que inteiramente correcta, de um presidente de junta desesperado com o declínio do poder. A rusga foi feita em articulação entre a PSP e o Ministério Público, com mandados de busca e acompanhada por uma Procuradora da República. Os polícias fecharam a Rua do Benformoso e mandaram toda a gente encostar as mãos à parede. Se são todos homens, e se são todos da mesma etnia, é porque aquela rua é quase exclusivamente ocupada por aquela etnia. Mesmo assim, da operação resultaram dois detidos, ambos portugueses. Não se compreende a lógica do “racismo”.
Mas compreende-se o passeio mental da esquerda, não porque faça sentido, mas porque o pensamento imprevisível e caótico é próprio das forças em decadência. Quando a retórica se perde na confusão de um novelo, dá saltos magníficos entre o clamor por “evidência estatística” e a rendição às motivações da política. A nossa querida esquerda parece uma carpa. De um momento para o outro, a “forma como foi feita” a rusga “cria uma percepção” contra aquela “comunidade étnica”. E essa “percepção” vai obviamente “fomentar o ódio”.
Não, não é a rusga nem a presença da polícia que “fomenta o ódio”; é a violência, as agressões, as violações, os homicídios, os roubos, e o tráfico de droga.
E o modo como a esquerda faz o aproveitamento político e a instrumentalização dos imigrantes também “fomenta o ódio”. Não se conhece um método mais eficaz. Em vez de prestigiar e reconhecer a autoridade da polícia, a esquerda aproveita todas as sombras para associar a polícia à repressão, exigindo que a polícia não cumpra o papel de polícia e, desta maneira, impedindo que seja reconhecida como autoridade. A esquerda evita a menção de máfias e bandos traficantes, forçando-nos a integrá-los na sopa turva das “comunidades étnicas”. A esquerda faz equivaler as acções da polícia às acções dos criminosos, questionando as motivações e processos de uns e outros no mesmo plano de legitimidade. Por fim, aponta a polícia como “racista” e “xenófoba”, portanto, ilegítima.
Continua
De O apartidário a 26.12.2024 às 08:45
Entre 2023 e 2024, houve ali 52 casos de agressão com arma branca. E a rusga deu frutos. Foi detido um homem com mandado de detenção por oito crimes de roubo. Foram encontradas armas brancas, dinheiro, drogas, e documentos, que dão substância à suspeita de falsificação e auxílio às máfias da imigração ilegal. No fundo, a realidade é o avesso do que descreve e acusa a esquerda. A rusga cria uma percepção de segurança. Mostra aos moradores daqueles bairros que eles são protegidos pelo Estado através da Polícia, em vez de ficarem abandonados à autoridade das máfias. Onde não manda o Estado, mandam os criminosos.
Margarida Bentes Penedo no Observador
https://observador.pt/opiniao/a-esquerd
De O apartidário a 24.12.2024 às 10:44
Além dos brasileiros, a mesma facilidade será concedida a cidadãos do Timor-Leste, outro membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). No entanto, para nacionais de países como Angola e Moçambique, ainda será necessário obter visto de entrada antes de formalizar o pedido de residência.
Mais aqui https://exame.com/mundo/portugal-ap
De O apartidário a 26.12.2024 às 08:38
"A emoção suscitada pela operação policial no Martim Moniz levantou uma bandeira moral que tem animado o espírito de luta dos que insistem em denunciar a violência de um Estado acusado de pendor racista e xenófobo. Seria aconselhável que, face ao que está efectivamente em causa, se terminasse esta dança de culpabilidades acusadas e negadas, para se encarar qual é afinal a sociedade que queremos para o nosso futuro.
O tema aqui não é o uso da violência policial, função para a qual os órgãos de manutenção da ordem pública estão democraticamente mandatados dentro das regras definidas por lei. A questão é se queremos, no futuro, continuar a viver numa sociedade com os valores que aprendemos a respeitar ou se aceitamos mudar para um outro modelo que em muitos aspectos é o seu contrário. O problema é, sim, a imigração e o efeito social e cultural que a alteração demográfica em curso provoca. Importa saber se nos vamos limitar a assistir à transformação de usos e costumes, ou se tentamos agir, preservando o que achamos importante do nosso património cultural. Continuar a falar da operação policial no Martim Moniz nos termos em que se tem feito, é aceitar que somos conduzidos por líderes desprovidos de capacidades de visão como os que, no centro da Europa, abriram um espaço que foi em parte ocupado pelo islamismo radical. Em Portugal ainda estamos a tempo de evitar o pior, mas, se insistirmos nos mesmos erros, acabaremos por cair nos mesmos resultados.
No caso da Europa do Séc. XX, as economias do centro – França, Alemanha e Reino Unido – foram um magnete para as populações desfavorecidas da periferia, nomeadamente Itália, Espanha e Portugal. Esgotado o filão europeu, apareceu o recurso à mão-de-obra do Norte de África e da Turquia, que deu lugar a núcleos habitacionais singulares que foram ganhando identidade e vida própria quando os países de acolhimento, movidos por preocupações humanistas, decidiram promover o reagrupamento familiar desses trabalhadores. O que começou por ser uma curiosidade exótica, tornou-se hoje num problema sem solução e com um efeito político corrosivo devastador.
Como os políticos tradicionais foram incapazes de resolver a situação, entraram em cena os obreiros do caos para cavalgar sem preconceitos a turbulência e o medo. Não sabemos como irão evoluir a França, a Alemanha e o Reino Unido. Mas na situação de bloqueio político em que se encontram, o futuro não é brilhante. Como se sabe, o desespero abre caminho à aceitação de soluções radicais. Vale a pena recordar que Hitler conseguiu convencer os alemães que a origem de todos os problemas se centrava na existência de raças inferiores no solo pátrio sagrado e que a solução que se impunha era a de exterminá-las. Com Trump, a América está numa fase recuada do processo, com o anúncio da mera expulsão em massa."
Continua
De O apartidário a 26.12.2024 às 08:38
Portugal tem a obrigação de provar que possui a capacidade de assegurar a manutenção e resiliência do seu modelo cultural. Isto passa pelo uso central da língua Portuguesa, pelo respeito do nosso sistema jurídico e das nossas regras de convivência, nomeadamente com a abdicação expressa da imposição aos outros de valores religiosos. Quem invoca a sharia deve ser convidado a respeitá-la no país de origem.
Os que se designam de políticos tradicionais têm agora a opção de mostrar a sua utilidade – ou inutilidade – a uma sociedade que dizem representar. Se continuarem omissos nas questões essenciais e preferirem os duelos de semântica, os obreiros do caos saberão aproveitar as suas oportunidades.
José Veiga Sarmento no Observador
https://observador.pt/opiniao/polit