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Quinta-feira, 22.02.24

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Pronto, é isto por agora. E não sejam chonéfobos tá bem!?

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publicado por O apartidário às 13:27


8 comentários

De O apartidário a 23.02.2024 às 10:26

Uma confusão de que não precisávamos
Se Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos acreditam mesmo nas ideias que expuseram, e sendo essas ideias incompatíveis entre si, não faz sentido um apoiar o governo do outro.

23 fev. 2024, 00:20 no Observador

Ao fim de quase 30 anos de poder socialista, o país tem muitos problemas, mas na raiz de muitos desses problemas, está um só e grande problema: a economia portuguesa deixou há mais de vinte anos de convergir com a média europeia. Pensem, por exemplo, na emigração ou na crise da habitação. Se os portugueses tivessem continuado a enriquecer como enriqueceram sob os governos de Cavaco Silva, haveria tantos jovens diplomados com razões para sair do país, ou sem meios para comprar uma casa?

Para este problema básico, Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro têm soluções muito diferentes. Não são apenas tecnicamente diferentes. Correspondem, como cada um deles aliás fez questão de dizer no debate de segunda-feira, a visões opostas da sociedade.

Pedro Nuno Santos é um adepto, como os governos da Europa estagnada dos anos 1970, do dirigismo industrial. Acredita numa economia planeada e conduzida pelo Estado. Propõe, por isso, manter a enorme carga fiscal, e engrandecer ainda mais a influência do Estado. Para Santos, tudo estará resolvido quando uma comissão de meia dúzia de sábios, com os devidos cartões de militante do PS, tiver todo o poder para, de cima para baixo, escolher os negócios, decidir os investimentos, orientar os consumos.

Rui Ramos no Observador

https://observador.pt/opiniao/uma-confusao-de-que-nao-precisavamos/

De O apartidário a 02.03.2024 às 09:41

Você é facho ou democrata? O teste definitivo!
Infelizmente, na bandalheira em que vivemos há sempre a possibilidade de as forças reaccionárias ganharem nas urnas. E isso não é democracia, nem aqui nem na China. Ou na Venezuela.

02 mar. 2024, 00:20 no Observador

Apesar de alguns, incluindo o Observador, terem tentado esforços similares, só agora está disponível o único teste que determina com imaculado rigor a orientação ideológica do sujeito testado. É também o único certificado (a aguardar reconhecimento definitivo) pela Escola de Estudos Africanos da Universidade de Londres, alma mater da chefe do Bloco de Esquerda. Duvidam? Respondam às seguintes questões e depois pasmem à vontade.

1Quanto tempo está disposto a esperar por uma cirurgia urgente no SNS?
Safa! Nenhum: caso possa, recorro directamente a um hospital privado
Seis meses, logo que vá de imediato e às escondidas ao privado
Seis anos, logo que vá de imediato e às escondidas ao privado
O tempo que calhar: prefiro morrer a cantar no duche o hino da Intersindical do que patrocinar capitalistas
2O Estado deve financiar as famílias que escolhem escolas privadas?
Tanto faz: os socialistas vêm todos das escolas privadas e o desastre é idêntico
Sou do PS: há escolas públicas?
Os filhos dos pobres devem frequentar escolas públicas por causa da inclusividade e assim
O Estado deve prender as famílias que escolhem escolas privadas e a seguir nacionalizá-las – as famílias e as escolas
3Defende penas mais pesadas para certos crimes?
Vivemos há décadas sob um regime socialista: é difícil imaginar pena mais pesada
Sou contra todas as penas: o crime de cada um é cometido pela sociedade em peso
A prisão perpétua, para os fascistas que defendem a prisão perpétua
A pena de morte, para os fascistas que defendem a pena de morte
4O Estado deve manter o controlo das “companhias de bandeira”, como a TAP?
O Estado nem devia manter a bandeira que temos
Mas isso pergunta-se? Vocês não lêem António-Pedro Vasconcelos?
O Estado deve controlar todas as empresas a funcionar em território nacional
O Estado deve controlar empresas, famílias e indivíduos – tudo em nome da Liberdade e de Abril
5Acha que os cidadãos estão suficientemente conscientes dos perigos das alterações climáticas?
Acho que não: ainda não mandaram nenhum “activista” para o hospital
Acho que não: é preciso despejar mais tinta
Acho que não: é preciso atirar o balde junto com a tinta
Acho que não: o ambiente só se salva à bomba
6Qual a sua opinião sobre o salário mínimo?
Em alguns dos países mais ricos nem sequer existe, mas o que percebem esses coitados de economia?
Devia ser pelo menos o dobro do salário médio
Abaixo de 5 mil euros é exploração
Devia ser equiparado ao salário mínimo das economias prósperas, onde se vive à grande e à venezuelana.

Alberto Gonçalves no Observador

Continua https://observador.pt/opiniao/voce-e-facho-ou-democrata-o-teste-definitivo/

De O apartidário a 24.02.2024 às 10:21

Pelas ruas estreitas do Bairro Alto, o presidente da Associação de Moradores da Freguesia da Misericórdia, Luís Paisana, conta à Lusa que viveu quase 18 anos no bairro, mas há quatro decidiu morar noutro sítio “porque não conseguia dormir”.

Segundo o representante dos moradores, que vai ao bairro quase todos os dias, os problemas relacionados com a animação noturna agravaram-se após a covid-19, “com cada vez mais bares, cada vez mais ruído, mais situações em que é impossível as pessoas viverem de uma forma equilibrada”.

Quanto às propostas da CML, Luís Paisana diz que os moradores estão “um pouco céticos sobre mais uma situação que se pretende melhorar e que, depois, na prática, ou agrava ou fica tudo mesma”.
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/moradores-e-comerciantes-do-bairro-alto-exigem-mais-fiscalizacao-a-animacao-noturna-em-lisboa

De O apartidário a 24.02.2024 às 10:30

O problema não é a avó Mortágua: é a neta
Não há nada de espantoso aqui. As patranhas estão na natureza do Bloco de Esquerda. Aliás, logo ao lado do ressentimento, as patranhas são a essência do bando. A novidade é o escrutínio.

24 fev. 2024, 00:53 no Observador

Pelos vistos, segundo a Sábado, a senhora tinha bem mais do que 65 anos quando recebeu a carta, inventada, de um senhorio capitalista e pérfido, que afinal era uma Instituição Particular de Solidariedade Social, a ameaçá-la com o despejo, legalmente impossível, de uma casa arrendada na Avenida de Roma por 400 euros. O assunto tem alimentado farta galhofa, incluindo a procura simulada por apartamentos na mesma rua que cobrem renda similar. Eu dispenso: nunca me ocorreu residir em Lisboa e muito menos na vizinhança da família em questão. Este, porém, não é o ponto.

O ponto é que toda a gente sabe que a dra. Mortágua mentiu na história da avó. Sobretudo a própria dra. Mortágua, que anda há dias a chorar os ataques da inevitável “extrema-direita” e a alinhavar mentiras atrás de mentiras para legitimar, anedoticamente e em vão, a mentira inicial. Não há nada de espantoso aqui. As patranhas estão na natureza do Bloco de Esquerda. Aliás, logo ao lado do ressentimento, as patranhas são a essência do bando, que sem elas estaria limitado a soprar apitos em arruadas tristes em prol da marijuana ou da “Palestina”.

A novidade é o escrutínio. Por regra tácita, consagrada há duas décadas entre boa parte dos “media” caseiros, a rapaziada do BE está autorizada a mentir no que quiser, quanto quiser e como quiser sem ser incomodada por vestígios de contraditório. É até compreensível o desnorte da dra. Mortágua, que após uma carreira dedicada à tortura dos factos se vê agora humilhada em público por causa de uma falsidade comparativamente menor. Claro que é cómico. E que, assentada a poeira, é trágico.

Alberto Gonçalves no Observador

https://observador.pt/opiniao/o-problema-nao-e-a-avo-mortagua-e-a-neta/

De O apartidário a 25.02.2024 às 13:57

Haverá outra profissão em que 90% dos avaliados têm ‘Bom’, ‘Bom com Distinção’ ou ‘Muito Bom’? Então são tão poucos os magistrados menos bons ou maus em Portugal? A reforma da Justiça tem de começar pelo CEJ, ou pela sua extinção. Um tribunal não é um coliseu.


MÁRIO RAMIRES
24 de Fevereiro 2024
às
10:48

O despacho de não pronúncia de Helena Lopes da Costa, de António Preto e de todos os outros arguidos no processo da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, em que o juiz de instrução, Nuno Dias Costa, mais uma vez considerou a acusação deduzida pelo Ministério Público de ser «coxa» e «manifestamente infundada» – por considerar que os «factos descritos não constituem crime» -, tornado público nesta semana, é mais um exemplo do estado a que chegou a Justiça portuguesa. Lastimável, seja qual for a leitura que se faça.
https://sol.sapo.pt/2024/02/24/justica-da-roleta-russa/

De O apartidário a 25.02.2024 às 14:02

Uma crescente sensação de insegurança
Uma criança morreu baleada em Setúbal. Os polícias manifestam-se e os militares ameaçam seguir-lhes o exemplo. O maior problema da Administração Interna é agora a própria administração interna.

25 fev. 2024, 07:41 no Observador

Serei apenas eu a estranhar que o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, tenha vindo dizer que foi informado sobre a realização de “umas negociações escondidas” entre o PSD e outros partidos? Esta revelação feita por um ministro da Administração Interna só pode ter uma resposta que é obviamente uma sucessão de perguntas: como soube o ministro da Administração Interna que estão a acontecer as tais “negociações escondidas” entre o PSD e o Chega? Em que qualidade foi informado e por quem? Sim, tem relevância política que o PSD negoceie com o Chega mas tem muito mais relevância esta frase quando proferida por um ministro da Administração Interna: “Dizem-me que há umas negociações escondidas entre os partidos da AD e outros partidos em relação ao futuro.” José Luís Carneiro quis mesmo dizer isto?

A condescendência nacional para com estas declarações do ainda ministro da Administração Interna (há alguns anos teriam gerado uma tempestade política!) vem confirmar a degradação desta área. Tornou-se quase incontestável que os governos de António Costa falharam na Saúde e na Educação. Curiosamente omite-se uma das pastas em que o saldo é mais negativo: a Administração Interna.

Era difícil fazer pior: agentes da PSP e da GNR estão contra a PJ por causa do subsídio de risco que António Costa atribuiu a esta última polícia no final de Novembro passado, já depois de se ter demitido. Entretanto os militares ameaçam entrar nos protestos caso as suas remunerações não acompanhem as dos agentes da PSP e da GNR com quem Pedro Nuno Santos e Montenegro declaram ir negociar quando vencerem as eleições… O maior problema da Administração Interna é agora a própria administração interna: as forças que a deveriam assegurar transmitem-nos uma crescente sensação de insegurança. E os governantes ou candidatos a tal a procurarem não perder a face perante aqueles homens e mulheres que gritam “A polícia unida jamais será vencida!”

Helena Matos no Observador

https://observador.pt/opiniao/uma-crescente-sensacao-de-inseguranca/

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