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Este blog apenas reporta a realidade, sem seguir cartilhas políticas ou ideológicas, nem apoia extremismos de esquerda ou direita.Não toma partido em questões geo-políticas(sem deixar de condenar crimes de Guerra) .
Noticias em 2022

Em 2015, Costa desembarcou em S. Bento a pregar, ao lado da extrema-esquerda, que quaisquer reformas só poderiam significar uma catástrofe: redesenhar os serviços públicos de modo a integrar prestadores privados destruiria os serviços públicos, rever o Código de Trabalho provocaria uma vaga de despedimentos, liberalizar o arrendamento poria toda a gente a viver na rua, e por aí fora. As reformas eram a peste. Costa tinha duas razões para essa demonização. Por um lado, precisava de fazer de conta que o reformismo de Passos Coelho, e não o despesismo socialista, tinha sido a causa da austeridade. Por outro lado, as reformas consistem em aligeirar o peso do Estado na sociedade, e o PS assenta o seu poder precisamente no peso do Estado. Era portanto urgente caluniar as reformas. Foi assim que mudar se tornou uma coisa má. Costa vinha "repor" tudo como estava antes. Não era bom? Melhor era impossível. Em 2019 e em 2022, a maioria dos votantes conformou-se. A economia estagnou, o país regrediu nas tabelas. Mas era como se não pudesse ser de outra maneira.
O financiamento do BCE permitiu a Costa pôr o país a descer as escadas do declínio gradualmente. Agora, o fim do dinheiro barato faz tremer este reino de fatalismo medíocre. Já não se trata de descer as escadas, mas de cair por elas abaixo. Os funcionários públicos terão no ano que vem a maior perda de poder de compra desde 2010. Notem bem: maior do que no tempo dos cortes da troika. Vão conformar-se? Vão continuar a acreditar que melhor é impossível, e que mudar é um perigo? Ou vão perceber que enquanto Costa estiver no governo, nunca haverá boas notícias? --- Artigo de Rui Ramos no Observador
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30 comentários
De O apartidário a 25.09.2022 às 11:03
De O apartidário a 25.09.2022 às 12:14
De O apartidário a 26.09.2022 às 17:58
De O apartidário a 25.09.2022 às 12:35
https://magg.sapo.pt/atualidade/atualid
De Ricardo a 25.09.2022 às 12:51
De O apartidário a 25.09.2022 às 20:47
O bloco de partos de Portimão vai encerrar entre as 21:00 de hoje e as 09:00 de segunda-feira devido à ausência de pediatras, disse à Lusa o administrador do Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA).
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/b
De Ricardo a 25.09.2022 às 22:06
De O apartidário a 25.09.2022 às 23:38
De O apartidário a 26.09.2022 às 08:02
De O apartidário a 25.09.2022 às 12:07
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/i
De Bilder a 25.09.2022 às 14:58
De O apartidário a 25.09.2022 às 21:55
https://corta-fitas.blogs.sapo.pt/ligei
De Ricardo a 25.09.2022 às 22:09
De O apartidário a 26.09.2022 às 14:39
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/a
De O apartidário a 26.09.2022 às 15:53
De O apartidário a 25.09.2022 às 23:39
De Rick2012 a 25.09.2022 às 23:49
De O apartidário a 26.09.2022 às 18:27
De O apartidário a 25.09.2022 às 12:28
Ou seja, em 2015 não aceitou um corte de 600 milhões de euros, mas em 2024 vai concretizar uma poupança de 1.000 milhões de euros nas pensões que, na prática, equivale a um corte (na medida em que a lei de atualização das pensões determinava a inclusão desse valor nos aumentos das pensões, em alinhamento com a taxa de inflação e o crescimento do PIB).
https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/co
De Ricardo a 25.09.2022 às 14:50
De O apartidário a 25.09.2022 às 21:56
De Ricardo a 25.09.2022 às 22:03
De Rick2012 a 25.09.2022 às 23:45
De O apartidário a 25.09.2022 às 12:44
https://magg.sapo.pt/atualidade/art
De Bilder a 25.09.2022 às 21:58
De Ricardo a 25.09.2022 às 22:12
De João Felgar a 25.09.2022 às 12:48
25 set 2022 11:58
Nacional políticos subvenções pensões
A lei é clara: quando chegam aos 60 anos, os beneficiários de uma subvenção mensal vitalícia veem o valor do abono duplicado. Há, segundo a lista da Caixa Geral de Aposentações, 304 beneficiários e a A MAGG reuniu os 10 abonos mais chorudos.
É assim que destroem o Estado Português, mais um exemplo
De Ricardo a 25.09.2022 às 12:59
De João Felgar a 25.09.2022 às 14:05
Posts (Meu 10 avô paterno, Joannem IV de Bragantiam foi rei de Portugal no ano 1656 e os Lusitanos são os Reys Espanhóis e da casa da Austria e São ambos Reis Judeus)
leia isto, sem compromisso, leia. A vilanagem acontece na República, 3 bancarrotas a 100% em 48 anos, a Monarquia com 1166 anos pediu uma vez 50% do valor para reconstruir Portugal das guerras liberais.
Ai ai