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Tomem Lá Mais Esplendores (continuação)

Segunda-feira, 26.02.24

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publicado por O apartidário às 13:34


7 comentários

De O apartidário a 28.02.2024 às 09:35

“Nós temos um grave problema entre os TVDE e os táxis, em que existe restrições e leis aos táxis e depois existe total anarquia nos TVDE. Os TVDE constituem um problema em vários pontos, seja em Lisboa, seja no Algarve”, afirmou aos jornalistas Bruno Fialho após uma reunião por videoconferência com a Associação Nacional Táxis Unidos De Portugal — ANTUP, na sede do partido, em Lisboa.

Para o líder do ADN, os TVDE constituem “problemas de segurança devido à imigração ilegal” e “às máfias que existem”.

“Continua um certo extremismo de uma certa ideologia a defender todo o tipo de imigração, quando nós sabemos que os imigrantes precisam de ser protegidos destas máfias e precisamos de controlar e restringir, através de regulamentação própria, a entrada dessas pessoas para que não existam os perigos que têm existido. (…) Ao contrário do que certa extrema ideológica afirma, existe uma conexão entre a imigração ilegal e a criminalidade mais violenta”, observou.
https://observador.pt/2024/02/27/adn-aponta-aos-tvde-e-acusa-governo-de-fomentar-a-imigracao-ilegal/

De O apartidário a 28.02.2024 às 10:29

Esta quarta-feira olhamos para o aparecimento de Passos Coelho e o seu discurso sobre a imigração. Segunda-feira, ao discursar em Faro, Pedro Passos Coelho disse a certa altura que precisamos de ter um país aberto à imigração, mas que devemos ter cuidado pois precisamos também de ter um país seguro. Acrescentou ainda, numa crítica ao governo, que as pessoas sentem uma insegurança que é resultado da falta de investimento nestas matérias. Esta passagem suscitou de imediato polémica, com muita gente, sobretudo políticos do PS e do Bloco e também jornalistas, a dizerem que não havia qualquer relação entre imigração e insegurança e que aquele discurso era o discurso do Chega. Independentemente do que disse ou não disse o antigo primeiro-ministro, queremos debater no Contra-Corrente se é ou não possível discutir em Portugal as políticas de imigração ou se quem tenta fazê-lo está condenado a ser associado ao Chega e ao radicalismo xenófobo. Será que temos um problema de imigração e de insegurança?
https://observador.pt/2024/02/28/debater-politica-de-imigracao-e-cair-na-xenofobia-ligue-910024185-e-entre-em-direto-no-contra-corrente/

De O apartidário a 02.03.2024 às 09:26

Abalroado, logo na segunda-feira, pela surpresa do regresso de António Costa aos bancos da escola, procuro ainda hoje, envolvido em espanto e emplastros, no mesmo lancil do sinistro, recuperar deste duplo atropelo: em primeiro lugar, a perturbadora descoberta de ele já os ter frequentado, quando, do seu desconhecimento das normas básicas da língua portuguesa, há muito deduzíramos que o pobre coitado, talvez alfabetizado em ensino doméstico, estimulara a oralidade simulando verbalmente os sons produzidos por soldadinhos de chumbo atirados pelas escadas; em segundo, a inopinada comoção que advém de perceber que alguém que investiu os últimos oito anos a disseminar conflitualidade social com médicos, professores, enfermeiros, forças de segurança, funcionários judiciais e com quem quer que se lhe atravessasse não apenas se atira com denodo a uma pós-graduação em Mediação e Arbitragem como, aproveitando o ensejo, o faz numa instituição privada de elite – esmagando de uma assentada o preconceito dos seus antigos parceiros de geringonça relativamente ao rosto humano do tenebroso capitalismo com a sensibilidade social que esta instituição particular demonstrou para com uma potencial vítima de abandono escolar precoce.
https://observador.pt/opiniao/costa-oscar-wilde-e-a-importancia-de-se-chamar-antonio/

De O apartidário a 01.03.2024 às 09:28

A lição de Pedro Passos Coelho
No mundo da esquerda, Passos é Hitler, os impostos são baixos, e o país não precisa de fronteiras. Como pode a direita viabilizar o governo de quem pensa assim?

01 mar. 2024, 00:22 no Observador

O artigo da semana passada levou José Ribeiro e Castro a dar-se ao trabalho de me explicar gentilmente a diferença entre “apoiar” e “viabilizar” um governo. Reconheço a diferença, mas continuo sem ver a sua importância. Não estamos na década de 1990, nos anos do “fim da história”. CDS e PSD viabilizaram então orçamentos de um PS sem maioria. Notou-se depois, porém, este contraste: nunca o PS retribuiu o favor. Desde aí, sempre que a direita quis governar, precisou de uma maioria absoluta. Viu-se em 2015. Neste século, o “fim da história” também chegou ao fim. A guerra do Iraque, a crise bancária de 2008, a avalanche migratória de 2015, e o wokismo americano repuseram, por todo o Ocidente, dicotomias que alguns tinham julgado obsoletas. Em Portugal, também não estamos em 1995. 30 anos de poder socialista custaram ao país o mais longo período de divergência da Europa desde a II Guerra Mundial, a maior emigração desde a década de 1960, uma crise dos serviços públicos sem precedente, e o assalto wokista à história e identidade nacionais. Neste momento, AD, IL e Chega pedem votos para mudar tudo isso. Se depois de 10 de Março, a AD viabilizasse, mesmo que por abstenção, um governo do PS, estaria a reconhecer que, ao contrário do que tem dito, as coisas correm tão bem que não fará mal que o país continue sujeito ao poder socialista. Teria, para a AD, o mesmo efeito de apoiar a governação socialista. Ora, ao contrário da década de 1990, há alternativas à direita: IL e Chega, à espera de herdar os eleitores desiludidos da AD. Caro Ribeiro e Castro, com todo o respeito e estima: mesmo que tenha havido diferença entre viabilizar e apoiar, deixou de haver. Os tempos mudaram.

E se ainda houvesse dúvidas sobre se é assim ou não, bastaria reparar no que aconteceu após o discurso de Pedro Passos Coelho. Todos os partidos de direita – PSD, IL, Chega – aplaudiram, pelo menos o que ele representa (Rui Rocha lembrou até que votou nele duas vezes). E todos os partidos de esquerda – PS, BE, PCP, Livre, PAN – reagiram com a raiva pavloviana que também não conseguem conter quando fala Cavaco Silva. No mundo da esquerda, Passos é Hitler, os impostos são baixos, e o país não precisa de fronteiras. Como pode a direita viabilizar o governo de quem pensa assim, ou governar efectivamente dependendo de quem pensa assim?

E por isso, faz sentido o que de mais importante Pedro Passos Coelho disse: o papel dos partidos da direita, neste momento, é desafiar os eleitores a darem-lhes um mandato forte para corrigir o rumo da governação. 30 anos de socialismo ameaçam deixar o país como o mais pobre da UE – e isso significa menos rendimento, menos casas, menos saúde. Se os partidos à direita do PS servem para alguma coisa, só pode ser para dar aos portugueses, em eleições, a escolha de uma efectiva mudança de poder. Qualquer novo governo que pretendesse depender do PS, mesmo que apenas em termos de “viabilização”, falsearia essa escolha. Por isso, como sugeriu Passos Coelho, faz sentido que o PSD peça aos eleitores uma maioria absoluta. Tal como faz sentido – e agora digo eu — que, não a obtendo, esteja disposto a organizar os partidos de direita, se em maioria, de modo a sustentarem um governo forte. E como o que importa é um governo forte, capaz de reformas, não bastará encurralar o Chega, caso os seus votos sejam necessários, sem qualquer entendimento. Esse seria um governo fraco, e o país, se é verdade o que o PSD anda a dizer, não pode permitir-se o luxo de um governo fraco, sempre inseguro acerca da próxima votação parlamentar. É importante aplaudir Pedro Passos Coelho. Mas é ainda mais importante ouvi-lo.

Rui Ramos no Observador

De O apartidário a 01.03.2024 às 09:33

¿Porque no te callas?
A preocupação do PR é que a tinta já não é muito eficaz. Diga isso mais alto para os terroristas ouvirem: olhem, a tinta não funciona. Bem, devia ser mesmo o Moscatel, talvez misturado com Actimel...

01 mar. 2024, 00:15 no Observador

“Quem muito fala pouco acerta”
(Provérbio popular)

Depois de 8 anos na ribalta a divertir a malta, do caso de Tancos às promessas de casa ao homem dos incêndios que morreu sem a ter, passando pelas flash-interviews nos jogos de futebol, ao ponto de chegar a afirmar que o futebol era o mais importante ou a agraciar, violando as medidas ditatoriais anti-covid, os profissionais de saúde com finais da champions, dos mais de 80 testes que fez ao tronco nú para tomar a vacina primeiro que os outros todos, aos gelados ou à troca de cuecas na praia, sem esquecer as viagens que fez mais que todos os outros presidentes juntos, às batidas com o carro, conserto de pedras da calçada ou o caso das gémeas de que já ninguém fala, etc., etc., o comum cidadão perguntava-se em que longínqua ermida no Cu de Judas estaria o Presidente da República (PR) enfiado. -------------- Continua

De O apartidário a 01.03.2024 às 09:34

E eis que, após longo e higiénico silêncio, Marcelo afinal está vivo e não perdeu a voz. A respeito do ataque contra a democracia, como Mortágua, líder do partido que suporta e organiza este terrorismo, o classificou, veio o Presidente criticar como todos os líderes partidários? Claro que não. Quem ancorou toda a carreira no populismo veio fazer o que sempre fez: fingir que apaga fogos com copos de água enquanto incendeia tudo à volta.

Veio Marcelo declarar-se ele próprio um fanático climático – diz que a luta climática é boa e que a manifestação é um direito que assiste a todos em democracia – mas considerando “que a partir de determinada altura é uma forma de atuação muito pouco eficaz”.

Ou era o Moscatel a falar mais alto, ou temos que perguntar várias coisas ao PR, que também é conhecido por Professor e logo de Direito, à cabeça se sabe o que é um Estado de Direito Democrático e quais as regras que separam uma manifestação de um crime. Certamente não sabe ou não teria permitido os enormes atropelos durante os dois anos de pandemia. Fica a dúvida se à fraca qualidade dos políticos da praça, será alheio o facto de vários serem seus antigos alunos.

Depois, podíamos sempre pedir-lhe para ser consequente e desenvolver as suas palavras, ele que até – também o sabemos de ontem – está esclarecido. Quer o sr. PR que se suba brutalmente o IUC? Que se aumente mais e mais os impostos sobre a gasolina? Quer que muitos idosos morram à fome e ao frio porque o gás é para acabar já? Quer as serras todas esburacadas de minas de lítio e os Sobreiros arrancados para desertos de painéis solares? Quer o fim da democracia, esse empecilho à vitória de uma luta boa? Quer ele próprio abdicar de alguma coisa ou defenderá sempre o seu próprio privilégio como nos habituou quando proibia os outros todos de fazerem o que ele fazia?

A cereja no topo do bolo: a preocupação do PR é que a tinta já não é muito eficaz. Diga isso mais alto para os terroristas ouvirem: olhem, a tinta não funciona, têm que cumprir a vossa palavra e endurecer a luta – só faltou pedir para porem os olhos nos Talibãs ou no Hamas… Bem, devia ser mesmo o Moscatel, talvez misturado com Actimel…

Certo, certo é que o Homem não falava há muito tempo. Finalmente falou. E logo trouxe à memória de muita gente a célebre frase de Juan Carlos: “¿porque no te callas?”

Montenegro esteve melhor. Conversaria com os adultos – não são jovens. Mas é ingénuo pensar que eles – idiotas e cobardes como acertadamente lhes chamou Nuno Melo – querem ou sequer sabem conversar sobre o assunto.

https://observador.pt/opiniao/porque-no-te-callas/

De O apartidário a 01.03.2024 às 13:14

Do blog A Esquina do Rio:
SEMANADA - O Governo estima que há 300 mil registos de utentes nas listas dos médicos de família que correspondem a pessoas que já não residem em Portugal ou que já não deveriam estar registados; mais de 80% dos médicos dos hospitais privados mantêm um posto de trabalho no SNS, numa situação de duplo emprego; o actual ciclo de subida do desemprego é o maior dos últimos 8 anos; o valor médio, bruto, da hora de trabalho pago em Portugal é de 4,65 euros; segundo a Caritas, no período 2019-2023 não se registaram progressos significativos no combate à pobreza mais extrema em Portugal; os empréstimos ao consumo estão a subir há 12 meses; o preço do azeite subiu 69% num ano; nas legislativas de 2019 e 2022 cinco em cada dez portugueses não foram votar e Portugal está entre os países da UE onde menos se vota em eleições para formar Governo; a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima registou nos últimos cinco anos 6776 crimes sexuais contra crianças; em 2023 a mesma Associação registou 23.465 crimes de violência doméstica; o governo transformou a Parque Escolar em Construção Pública para acelerar os projectos nesta área, mas mais de oito meses depois, a empresa ainda só lançou um concurso na área da habitação; o Estado ainda deixa fugir 713 milhões de euros de IVA por ano; em 2022, as escolas do território continental eram frequentadas por 105.855 crianças e jovens de nacionalidade estrangeira, oriundos de mais de 200 países, menos de 10% do total de alunos inscritos.

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