oplanetadosmacacospoliticos
Este blog apenas reporta a realidade, sem seguir cartilhas políticas ou ideológicas, nem apoia extremismos de esquerda ou direita.Não toma partido em questões geo-políticas(sem deixar de condenar crimes de Guerra) .
Um Regime Que Está Podre (e, obviamente, não é só na Madeira)
Sábado, 10.02.24

Esperemos que não...mas esperem,afinal já aconteceu! ( ver o relato do sapo actualidade sobre a situação na Madeira mais abaixo neste post)


O PS/Madeira apelou hoje ao representante da República para a região para não nomear um novo Governo Regional sem a realização de eleições antecipadas, vincando que, caso contrário, Ireneu Barreto estará a legitimar um “regime que está podre” ( do sapo actualidade)
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3 comentários
De O apartidário a 14.02.2024 às 11:45
Um jardim infantil
É muito cansativo, é uma receita para o desastre, passar o tempo neste parque infantil que é a política portuguesa onde a esquerda é a dona do baloiço.
13 fev. 2024, 00:18 no Observador
A porta-voz do PAN, Inês Sousa Real, interrompia tantas vezes Luís Montenegro quantas vezes este interrompia aquela, mas, talvez por doença infantil, neste último caso Sousa Real acabou a acusar o líder da AD de machismo.
Rui Tavares, no debate com Mariana Mortágua, invocou o Rendimento Básico Incondicional e sentenciou qualquer coisa relacionada com o facto de a direita não o desejar porque, segundo o próprio, a direita não quer acabar com a pobreza. Sem mais argumentos.
Paulo Raimundo, em debate com Luís Montenegro, trouxe para a mesa o terrível período de ajustamento financeiro e a crueldade da direita, colocando o país político a discutir o ajustamento iniciado há 13 anos (!) sem que, por uma vez, se discutisse 2005-2011, uma pré-bancarrota e o que a ela conduziu.
Nuno Gonçalo Poças no Observador
https://observador.pt/opiniao/um-ja rdim-infantil/
É muito cansativo, é uma receita para o desastre, passar o tempo neste parque infantil que é a política portuguesa onde a esquerda é a dona do baloiço.
13 fev. 2024, 00:18 no Observador
A porta-voz do PAN, Inês Sousa Real, interrompia tantas vezes Luís Montenegro quantas vezes este interrompia aquela, mas, talvez por doença infantil, neste último caso Sousa Real acabou a acusar o líder da AD de machismo.
Rui Tavares, no debate com Mariana Mortágua, invocou o Rendimento Básico Incondicional e sentenciou qualquer coisa relacionada com o facto de a direita não o desejar porque, segundo o próprio, a direita não quer acabar com a pobreza. Sem mais argumentos.
Paulo Raimundo, em debate com Luís Montenegro, trouxe para a mesa o terrível período de ajustamento financeiro e a crueldade da direita, colocando o país político a discutir o ajustamento iniciado há 13 anos (!) sem que, por uma vez, se discutisse 2005-2011, uma pré-bancarrota e o que a ela conduziu.
Nuno Gonçalo Poças no Observador
https://observador.pt/opiniao/um-ja
De O apartidário a 14.02.2024 às 11:48
O carisma “faz-de-conta” …
Em 2011, o mito Pedro Nuno Santos só via uma solução para Portugal: José Sócrates. Tirando o "pormenor» do dinheiro dos amigos, parecem irmãos gémeos.
13 fev. 2024, 00:15 no Observador
Uma sondagem publicada com o “selo” da Universidade Católica trouxe uma revelação surpreendente: embora Luís Montenegro seja avaliado pela maioria dos inquiridos como competente, honesto, confiável e mais capaz de promover o crescimento económico, à pergunta sobre quem está “mais bem preparado” para ser primeiro-ministro ganha Pedro Nuno Santos, embora a vantagem não vá além de um ponto percentual. Mas dá que pensar.
Poderá extrapolar-se, portanto, com natural desconforto – a serem levados a sério os indicadores da sondagem -, que os portugueses preferem ter alguém menos competente investido nas funções de primeiro ministro, o que é um contrassenso e parece contrariar a proclamada sabedoria popular.
Dir-se-á que a vantagem de Pedro Nuno sobre Montenegro é tão escassa que reflecte um “empate técnico”. Mas é esse o nó do problema.
Dinis de Abreu no Observador
https://observador.pt/opiniao/o-car isma-faz-de-conta/
Em 2011, o mito Pedro Nuno Santos só via uma solução para Portugal: José Sócrates. Tirando o "pormenor» do dinheiro dos amigos, parecem irmãos gémeos.
13 fev. 2024, 00:15 no Observador
Uma sondagem publicada com o “selo” da Universidade Católica trouxe uma revelação surpreendente: embora Luís Montenegro seja avaliado pela maioria dos inquiridos como competente, honesto, confiável e mais capaz de promover o crescimento económico, à pergunta sobre quem está “mais bem preparado” para ser primeiro-ministro ganha Pedro Nuno Santos, embora a vantagem não vá além de um ponto percentual. Mas dá que pensar.
Poderá extrapolar-se, portanto, com natural desconforto – a serem levados a sério os indicadores da sondagem -, que os portugueses preferem ter alguém menos competente investido nas funções de primeiro ministro, o que é um contrassenso e parece contrariar a proclamada sabedoria popular.
Dir-se-á que a vantagem de Pedro Nuno sobre Montenegro é tão escassa que reflecte um “empate técnico”. Mas é esse o nó do problema.
Dinis de Abreu no Observador
https://observador.pt/opiniao/o-car
De O apartidário a 14.02.2024 às 11:52
O jogo do empurra
AD, PS e Chega procuram fazer passar a narrativa que mais lhes convém, mas talvez o resultado mais certo perante a proliferação de linhas vermelhas seja que a instabilidade política está para durar.
14 fev. 2024, 00:17 no Observador
No início do debate com André Ventura na RTP, o jornalista José Adelino Faria começou por colocar a Luís Montenegro a questão de saber se, em caso de vitória do PS sem maioria absoluta, o PSD viabilizará um governo minoritário socialista. Perante a incómoda mas pertinente pergunta do moderador, Montenegro optou por evitar responder. Preferiu, em alternativa, proferir uma longa exposição sobre as razões que o levam a rejeitar qualquer possibilidade de entendimento com o… Chega. Apesar de reafirmar uma vez mais o “não é não” face ao CH, Montenegro não excluiu a possibilidade de viabilizar um governo liderado por Pedro Nuno Santos refugiando-se na ideia de que está focado numa vitória da AD e recordando que só governará se vencer as eleições.
A resposta de Montenegro foi sintomática do jogo do empurra em que PS, PSD e CH se encontram actualmente envolvidos. De facto, depois das eleições regionais nos Açores e no caminho para as legislativas nacionais de 10 de Março, Pedro Nuno Santos, Luís Montenegro e André Ventura parecem cada vez mais protagonizar um jogo em que cada um procura desresponsabilizar-se de possíveis cenários de instabilidade e ingovernabilidade ao mesmo tempo que tenta passar para os seus adversários políticos essas mesmas responsabilidades.
André Azevedo Alves no Observador
https://observador.pt/opiniao/o-jog o-do-empurra/
AD, PS e Chega procuram fazer passar a narrativa que mais lhes convém, mas talvez o resultado mais certo perante a proliferação de linhas vermelhas seja que a instabilidade política está para durar.
14 fev. 2024, 00:17 no Observador
No início do debate com André Ventura na RTP, o jornalista José Adelino Faria começou por colocar a Luís Montenegro a questão de saber se, em caso de vitória do PS sem maioria absoluta, o PSD viabilizará um governo minoritário socialista. Perante a incómoda mas pertinente pergunta do moderador, Montenegro optou por evitar responder. Preferiu, em alternativa, proferir uma longa exposição sobre as razões que o levam a rejeitar qualquer possibilidade de entendimento com o… Chega. Apesar de reafirmar uma vez mais o “não é não” face ao CH, Montenegro não excluiu a possibilidade de viabilizar um governo liderado por Pedro Nuno Santos refugiando-se na ideia de que está focado numa vitória da AD e recordando que só governará se vencer as eleições.
A resposta de Montenegro foi sintomática do jogo do empurra em que PS, PSD e CH se encontram actualmente envolvidos. De facto, depois das eleições regionais nos Açores e no caminho para as legislativas nacionais de 10 de Março, Pedro Nuno Santos, Luís Montenegro e André Ventura parecem cada vez mais protagonizar um jogo em que cada um procura desresponsabilizar-se de possíveis cenários de instabilidade e ingovernabilidade ao mesmo tempo que tenta passar para os seus adversários políticos essas mesmas responsabilidades.
André Azevedo Alves no Observador
https://observador.pt/opiniao/o-jog